Acabei de receber a feliz notícia da chegada de mais um blogeiro de peso. Como blogueiro ele ainda é novo, mas pela experiência que carrega estou certo que terá muita coisa boa para dizer.
Conheci Gustavo Levy durante o Desafio 24 Horas do Dean Karnazes. Ele estava na hora da largada ao lado de sua esposa Sonia, e começamos a conversar. Me ofereci para fazer algumas fotos e passei meu email para ele, de forma que eu conseguisse mandar as fotos depois.
Na terça feira seguinte, encontrei-os novamente na noite de autógrafos que Dean protagonizou… Mais fotos, mais conversas e passamos a nos encontrar esporadicamente nos treinos e o vínculo foi se firmando.
Numa ocasião, durante a semana bem cedo, encontrei com o Gustavo iniciando seu treino. Ele treinando para uma prova longa precisava rodar bem lento, então resolvi diminuir meu ritmo para acompanhá-lo.
Tivemos um excelente bate papo. E nesta conversa terminei de me convencer que eu deveria voltar a escrever no site TR3S MEIOS.
E o post de estréia no Blog já demonstra a qualidade e sutileza de seus textos. É sobre o cancelamento da prova de 24 Horas da AMAN e principalmente a falta de respeito da organização.
Vale a visita…
http://www.datarunning.blogspot.com
Nasce um novo Blog, DataRunning
Internacional de Santos – Impressões Pessoais
Tal qual o ano passado, após informar os resultados da prova dos profissionais, começo a relatar o que vi, pelo lado de fora. Vamos começar pelos pontos negativos e as reclamações não tem muita mudança, apenas mais do mesmo.
A primeira: Cadê os chips de cronometragem?? Uma prova que já tem uma grande importância no calendário nacional, com a participação de triatletas de destaque no cenário nacional e internacional não pode seguir com esse nível de improviso. Já passou da hora da NA Sports resolver de uma vez por todas esse problema.
Outro ponto negativo não vai para a organização, mas para algumas pessoas da cidade que não respeitam em nada o evento e seus participantes. Os transeuntes, apesar dos incansáveis avisos dos policiais e agentes do CET, passavam pelas áreas de movimento dos atletas atrapalhando e colocando em risco a segurança de todos.
Tanto é que nosso amigo Vagner Bessa foi surpreendido com um bicicleteiro local em plena faixa de competição, no exato momento em que abria para esquerda e socava o pé no pedal para fazer uma ultrapassagem. Resultado da brincadeira: Uma freada no chão molhado, pôs a prova toda a perder. Vagner foi ao chão, se ralou inteiro, danificou sua bike e marcou seu primeiro DNF (Did Not Finish) no triathlon, ainda no 2º km da bike. O atleta Vagner Bessa conversou conosco pelo telefone na noite de domingo e passava bem, apenas com o incômodo das raladas. Mas outras histórias foram mais sérias, tendo havido inclusive um atleta que deu de cara com um carro que furou o bloqueio do CET. Foi ao chão e arrebentou o rosto.
De resto a prova teve seu saldo bem positivo, a temperatura agradável e como dito no post anterior, o mar estava com algumas ondas mais fortes e um correnteza que atrapalhou um pouco a saída dos atletas na parte final.
Destaque para nosso amigo Kleber Correa, que fez uma prova muito consistente fechando com 2h 18′ 35″ e que prestigiou o site TR3S MEIOS competindo com os adesivos do site em sua bike e capacete. Minha forma de retribuir foi através de fotos, que aliás, na minha opinião, saíram muito boas.
E mais uma vez minha atenção especial aos verdadeiros heróis da prova, os portadores de necessidades especiais. Fernando “Aranha”, Motorzinho e todos os demais que batalham sem o auxílio de pernas, braços. Pura superação. Não tem como não olhar com o mais puro respeito pela luta destes atletas. Tanto que a maior parte das fotos ficaram para estes caras, eles merecem.
Ok, podem perguntar, e as fotos?? Apenas um pouco mais de paciência que eu coloco no ar muito em breve, prometo.
Por último, um agradecimento especial à Guga pela companhia e ajuda durante a cobertura deste evento. Valeu Berin…
Triathlon Internacional de Santos 2010
Aconteceu neste domingo, 28 de fevereiro, o 19º Triathlon Internacional de Santos. A prova, uma das mais importantes do calendário nacional, ocorreu em ótimo clima. O sol, ao contrário do que ocorreu no ano passado, não deu as caras por lá, mantendo assim a temperatura bem agradável.
Na semana que antecedeu a prova, uma forte ressaca veio de encontro ao litoral paulista, deixando os atletas de sobreaviso, mas no momento da largada tínhamos apenas algumas ondas mais fortes e uma correnteza que facilitava a natação entre as bóias mas dificultava a saída da água, jogando os atletas longe do ponto ideal.
No masculino, a saída do mar trouxe na ponta o atleta de Santos, Paulo Miashiro. O santisa manteve a posição até a chegada da bike, aí já seguido de perto por Reinaldo Colucci. Na corrida, o atleta de Descalvado tomou a dianteira e fez uma chegada emocionante com Fábio Carvalho garantindo assim o bi campeonato. O terceiro lugar ficou com o triatleta de Santos, Paulo Miashiro.
No feminino, a representante da Alemanha, Nina Kraft, não deu chances às concorrentes, faturando a primeira colocação e de quebra colocando nada menos que 10 minutos sobre a segunda colocada, a brasileira Carolina Furriela. A terceira colocada foi Susana Festner dos Santos.
Abaixo a galeria de fotos dos PRÓS.
USP, um lugar para todos… (Será mesmo??)
Muita discussão sempre rolou ao redor da utilização da USP pelos atletas, sejam estes amadores ou profissionais.
A discussão se acirrou depois dos comentários sobre o cadastramento dos atletas para poderem usufruir do campus. Lá em baixo, no final do texto a gente vai fazer um pequeno exercício sobre a efetividade desta medida.
Mas, vamos tentar dividir esta discussão, olhando pelos diversos pontos de vista.
Em primeiro lugar, os atletas (e é apenas na ordem de análise, não considerando se nossa opinião é ou não a mais importante):
A USP é um espaço público, certo? Pagamos nossos impostos em dia e não temos por parte do poder público a devida contrapartida de apoio ao esporte amador. Me responda rapidamente, onde se pode treinar ciclismo na cidade de São Paulo em segurança? (Ok, vamos deixar de lado por enquanto a onda de assaltos que tem ocorrido na USP). Mas se alguém resolver citar a ciclovia que interliga os parques, por favor, nem continue a ler o texto. Estamos falando de ciclismo e não passeio de bicicleta.
O poder público tem o pensamento reduzido em abrangência. Não estimula o esporte amador, o nível de sedentarismo aumenta e os problemas de saúde aumentam e muito em consequência desta atitude. O custo indireto é muito superior, aumentando os casos de atendimento na rede de saúde. O descaso com a manutenção do campus é absurdo, basta uma volta para ver o mato crescendo desordenadamente. E a segurança? Quem em sã conciência passa pela subida do Hospital Universitário com uma bike, um relógio, ou dinheiro? Os responsáveis pela segurança sabem onde o problema ocorre, quem são os responsáveis e não tomam nenhuma atitude para coibir os assaltos, alguns deles beirando o absurdo, como uma atleta de uma assessoria que apanhou com um pedaço de madeira para que pudessem levar sua bike. Os demais usuários da USP não respeitam os atletas, dirigindo em alta velocidade, não se preocupando com as consequências que suas atitudes podem levar. Ou alguns estudantes que agridem aos ciclistas como foi o caso de um grupo que (ainda bem) foi preso ao derrubar um ciclista batendo com o tapete de borracha enrolado, covardia. E vamos mais, a falta de estrutura simples, como banheiros disponíveis aos usuários, manutenção das vias de rodagem, cobrindo os buracos das ruas. Esta lista não teria fim tão cedo…
Vejamos por outro lado agora. Os estudantes, funcionários e pesquisadores da USP.
Aquilo é o local deles, onde trabalham e estudam. São invadidos diariamente por um bando mal educado de pessoas que atrapalham o trânsito, sujam o campus, ofendem e se sentem os donos do local, que ocupam todas as vagas disponíveis de estacionamento e ainda reclamam quando se tenta argumentar…
Ou ainda, os motoristas que utilizam as vias da Cidade Universitária, devidamente autorizados pelas autoridades de trânsito… Eles pensam, que diabos fazem esses caras correndo e pedalando.
Vamos dividir um pouco mais isso aqui? Entre os principais grupos de atletas temos que dividir, ciclistas e corredores. Cada grupo se acha mais no direito que o outro.
Os corredores dizem que os ciclistas são perigosos e mal educados.
Os ciclistas dizem que os corredores abusam do espaço que lhes é destinado, ainda que sem nenhuma regra escrita.
ALGUÉM TEM RAZÃO NO MEIO DESTA BABILÔNIA????
A resposta, na minha opinião pelo menos!!!
Sim e Não!!
Todos tem razão, ninguém tem razão.
Sim, nós atletas estamos invadindo um espaço, e abusamos dele. Sim, os atletas espalham sujeira e são grossos com todos do local.
Não, os atletas não podem ser privados de um local para a prática da atividade esportiva
Sim, a USP é seu local de estudo e trabalho.
Não, os estudantes e funcionários não são complacentes com aqueles que utilizam o campus, abusam da velocidade sem se dar conta que estão colocando os outros em risco.
Sim, os motoristas entendem que aquilo é para eles uma rua, como outra qualquer.
Não, basta ver uma atividade diferente ao tráfegio de carros para que eles devessem reduzir a velocidade e respeitar os atletas.
Sim, é necessário um local para que os ciclistas treinem em segurança.
Não, os ciclistas não podem ser tão folgados como são.
SIM, NÃO, CADÊ A RAZÃO???
Como disse lá em cima, vamos falar da tal da carteirinha…
A reitoria alega que conseguirá aumentar a segurança do campus, como se os atletas fossem os responsáveis pelos assaltos. Aliás, quem estiver com a carteirinha não poderá ser assaltado. Isto será combinado com os assaltantes.
Mas e o controle do acesso…
Imagine as seguintes situações:
São 6:00 da manhã e os seguranças da portaria vão para todos os motoristas e perguntar: Você vai treinar? Sim? Então por favor me mostre sua carteirinha.
Não está aqui para treinar? Vai apenas usar a Av. da Raia para alcançar a Av. Politécnica? Por favor, fique à vontade.
Viável?? Lógico que não.
Então deixe todo mundo entrar… Pedimos as carteirinhas durante os treinos… Lá vem um pelotão na avenida. Por favor, parem todos e mostrem as carteiras que autorizam a utilização desta área para treino. Vocês 25 que estão com a carteira podem seguir. Estes 12 aqui não vão poder treinar, por favor recolham suas bikes e se retirem do campus…
Viável?? Lógico que não.
Se alguém conseguir visuualizar alguma outra forma razoável de controle, por favor, me esclareça.
Para que possamos viver em sociedade precisamos aprender a ceder, conceder, limitar direitos e deveres.
Viu um motorista acima da velocidade, não xingue a mãe dele, mas não deixe ele ir sem saber do perigo que ele está causando…
Procure respeitar os espaços, seja você um ciclista, seja um corredor.
Um ato de gentileza pode trazer benefícios ilimitados, o equilíbrio pode sim sem alcançado.
Desta forma poderemos mudar o título deste post, ao invés de um final com Será mesmo? poderemos completar com um Com certeza..
Entre Metas e Sonhos
Nós levantamos cedo, enfrentamos calor, chuva, frio, sono. Treinamos sempre, independente de qualquer adversidade que tenhamos que enfrentar. O que mais chama a atenção é que não recebemos nenhum incentivo financeiro para encarar estes desafios…
Quem somos nós? Os ilustres desconhecidos atletas amadores.
Não importa se somos triatletas, corredores, ciclistas, nadadores. Buscamos nosso bem estar, nossa qualidade de vida.
Mas o que nos mantém entusiasmados? Qual a força que nos faz levantar cedo, antes do sol romper a linha do horizonte? Qual a força que nos faz recusar um convite dos amigos para sair, beber, nos divertir?
Todo atleta amador sabe da importância das metas em nossa vida esportiva como combustível para que o entusiasmo não se desfaça.
Mas agora eu lhe peço um minuto de reflexão: Como você traça suas metas? Quais seus objetivos no curto, médio e longo prazo?
Pare um pouco mais para pensar… O que diferencia nossas metas de nossos sonhos?
Quando um atleta amador rompe um novo ciclo, geralmente marcado pela passagem de ano, acaba fazendo mentalmente sua estrutura para o novo período. Quais provas eu devo participar, o que pretendo para mim.
Aqui começam as principais diferenças. Talvez o atleta se imagine correndo mais rápido, pedalando melhor, sendo mais disciplinado nos treinos, perder aqueles quilos que insistem em se manter em nosso abdome. Será que podemos chamar isso de metas?
Não, caro leitor. Os exemplos acima são nossos sonhos. Indispensáveis, sem dúvida nenhuma. Mas sonhos, por serem vagos, perdem a consistência muito fácil. Fica difícil manter o foco em nossa evolução quando nos baseamos apenas em sonhos.
Mas como transformar sonhos em metas? Apenas uma palavra, OBJETIVIDADE.
Um sonho pode se tornar facilmente uma meta quando relacionamos um valor a ele.
Quero correr mais rápido… Quanto mais rápido? Quando isso pode acontecer?
Quero perder peso…. Quantos quilos? Dentro de que prazo?
Quando traçamos algo objetivo, tudo fica mais fácil. O caminho pode ser dividido, um passo por vez, e assim podemos enxergar nossa evolução, fazer correções ao longo do caminho, buscar a melhor forma de alcançarmos nossas METAS.
E para finalizar, não podemos nos esquecer da dose. “A virtude está no meio”. Metas audaciosas em excesso pode nos fazer desistir, nos desanimar por não conseguirmos manter o caminho traçado. Por outro lado, metas fáceis demais pode fazer com que as esqueçamos, não dando valor devido a elas.
E não tenha medo de repensá-las. As vezes o imponderável surge em nossas vidas, as vezes notamos que no entusiasmo do momento, nossas metas podem estar acima de nossas capacidades momentâneas. Mas não as abandone, repense-as, reestruture-as. Assim você consegue manter todo o entusiasmo necessário para continuar acordando cedo, dispensar as baladas desnecessárias, vencer o cansaço.
O atleta amador deve sempre encaixar sua vida pessoal em seus planejamentos de treino, nunca mudar tudo em sua vida pessoal para que ela se encaixe nos treinamentos.
Obs. O texto acima foi inspirado/adaptado do capítulo I do livro The Triathlete Training Bible, de Joe Friel. Aliás, uma excelente recomendação para todos que se interessam por treinamento esportivo. À venda na Amazon por US$ 16,47. Vale a compra…
O encerramento do post veio das sábias palavras que ouvi ao longo de meus treinos com Vinícius Dias Santana, hoje Head Coach da Ironguides.
A reconsideração…
Este post poderia ter diversos nomes… Só não muda de opinião quem não as tem, O recomeço, A Fênix ou ainda, talvez o mais simbólico deles:
Obrigado amigos…
Na virada do ano, não é segredo para ninguém, decidi por fim às atualizações do site.
Após essa decisão, devidamente explicada no post de despedida, muitos vieram me procurar, pessoalmente, por email, pelo twitter para demonstrar suas opiniões sobre esta interrupção.
Uma das justificativas desta minha decisão, ficava por conta da qualidade, que havia deixado de ser muito presente nos posts. Mas isso era na realidade a minha opinião…
Estes que me procuraram, em sua extensa maioria, me diziam, sou contra, mas respeito sua opinião, sua vontade. Diziam que eu não deveria deixar o site de lado, que o que eu fazia era importante em certos momentos para certas pessoas.
Durante este período, andei pensando bastante (e antes que alguém venha com alguma gracinha… sim eu consigo andar e pensar ao mesmo tempo!!!). Se todos me diziam o contrário do que eu mesmo achava, que havia falta de qualidade, de regularidade, de repente me caiu a ficha… que estava errado era eu. Eu estava me cobrando mais do que devia e passei a privar os amigos de compartilharem comigo meus pensamentos, minhas idéias.
Hoje pela manhã, novamente encontrei um amigo treinando na USP e nos poucos segundos que conversamos, uma frase se destacou… “fiquei triste”. Caramba, como posso eu, alguém que preza a amizade, poder deixar um amigo triste, por minhas próprias atitudes?
Nos 6 km restantes de meu treino, pensei profundamente sobre este período de afastamento ne tomei a decisão de retomar as atualizações do site.
Será da mesma forma?? Aí eu me pergunto: que forma?? O site sempre prezou pela diversidade de matérias, pelas pitadas de opiniões próprias temperando os posts.
O site, vai passar a receber além da linha editorial que já existia, meu caminho de preparação para minhas metas deste ano, a minha primeira maratona e meu primeiro 70.3 (Half IronMan).
Gustavo, pode deixar que seu espaço aqui está mais que separado, sei da importância dos desafios que vem por aí.
Aranha, eu faço a entrevista com você nem que tenha que furar os pneus da careira de rodas, aí enquanto você troca as câmaras, eu anoto as respostas!!
Então preparem sua paciência, estamos de volta, sem cobranças, sem periodicidade, apenas escrevendo para aqueles que queiram partilhar estas idéias comigo, ou seja, meus amigos. Portanto termino com o post de recomeço com o nome que deveria estar lá em cima, mas se eu ponho este perco a chance da poesia…
Obrigado Amigos!!!
POST CANCELADO – Fim de um ciclo
O POST ABAIXO FOI CANCELADO POR FALTA DE INTERESSE PÚBLICO
Uma decisão difícil, em que muitos aspectos foram levados em consideração. Chegamos ao fim…
Foi notória a redução da quantidade e principalmente da qualidade dos textos postados no site nos últimos meses. Como eu havia citado anteriormente, até como um pedido de desculpas, minha vida passa por um momento de transformação muito grande. Durante este ano de existência, me dediquei bastante ao site, fazendo tudo de coração para que o resultado fosse satisfatório. Mas o momento fez com que eu não sentisse que aquilo que estava sendo veiculado, assim como o quanto, não me deixavam mais feliz. E a péssima (ou ótima) mania que eu tenho é de que se eu não puder fazer algo bem feito, que isso então não seja feito.
Acabei por escolher um dia de passagem, de fim/início de ciclo, para dizer adeus. A partir de hoje, as atualizações do site param de acontecer, assim como os comentários não seram mais permitidos. O conteúdo permanece, pois tenho a certeza que em algum momento ele pode ajudar alguém, em algum lugar do mundo.
Obrigado a todos que durante este ano me prestigiaram, ajudaram com elogios e críticas, foram bons momentos juntos. Foram mais de 20.000 acessos neste período.
O site estaciona no tempo, mas a filosofia TR3S MEIOS não.
Mais uma vez meu MUITO OBRIGADO!!
Eduardo Austregesilo
TR3S MEIOS
Editor/Web Designer/Fotógrafo/Revisor e etc…
Treinador, o seu “melhor amigo”! – Dicas de Treinamento IronGuides
Hoje vou tentar deixar minhas palavras de lado, apenas dizendo que uma incrível coincidência trouxe este texto exatamente hoje. Independentemente da decisão a ser tomada, este texto vai para você, meu amigo Joel Leitão.
Treinador, o seu “melhor amigo”!
Com o crescimento do triathlon, surgiram muitas assessorias esportivas, mas ainda hoje discute-se muito a necessidade ou não de se ter um treinador. Para chegarmos a uma conclusão sobre esse assunto, devemos antes de qualquer coisa, entender qual a função do treinador e que benefícios ele pode trazer ao atleta, seja ele profissional ou amador.
O trabalho do treinador deve ir muito além de passar os treinos numa planilha. Ele deve, sempre que possível, estar disponível para ajudar com ajustes no seu plano de treinos. Em alguns momentos, determinados padrões pessoais de atitude, de comportamento e de pensamento podem interferir ou ser aproveitados para melhorar seu desempenho. Um bom treinador deve saber identificar quais padrões potencializar e quais minimizar para que você tire o maior proveito dos seus treinos.
Ele também deve ter um olhar mais amplo sobre o treinamento e ter o cuidado de salientar como você pode melhorar a cada dia se souber lidar com os fatores estressantes tão comuns na vida cotidiana. Deve entender que o treinamento vai além dos aspectos físicos e ajudar você a tirar o máximo de si e do tempo que tem disponível. Deve colocar sua saúde e felicidade como prioridade n º 1 e ver seu treinamento e resultados como uma maneira de desfrutar melhor do estilo de vida saudável que o triathlon pode proporcionar.
O trabalho do treinador se baseia num relacionamento onde precisa conhecer e compreender seus pontos fortes e fracos para ajudá-lo a melhorar seus resultados nas provas utilizando, por vezes,conselhos óbvios e às vezes, não tão óbvios. Seu trabalho é motivar, incentivar, lembrar, reforçar positivamente, e sim, às vezes, “censurar”.
Uma boa dica para o atleta é ter um diário de treino, onde possa relatar os resultados obtidos, desde distância percorrida, tempo do treino, percepção de esforço, clima, umidade, horário de treino, alimentação e hidratação antes, durante e após o treino, estado emocional antes do treino, fatores de estresse do dia e muitos outros detalhes que o atleta possa julgar importante. De posse destas informações o treinador terá respaldo para fazer as adaptações necessárias em sua planilha.
Antes de decidir se precisa ou não de um treinador, avalie se todos os aspectos supracitados fazem sentido para você. Se sua decisão for positiva, procure um treinador que tenha experiência na área, seja especializado no assunto e que possa te proporcionar todos os aspectos mencionados anteriormente, para que realmente valha à pena seu investimento.
Se você tiver, com seu treinador, uma relação que possamos chamar de ideal, provavelmente ele se tornará um de seus “melhores amigos”!
Rodrigo Tosta, Coach – Rio de Janeiro, Brasil

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Festival de Triathlon Pererê – Adiamento
Conforme email recebido da 3IN – organizadora do evento, o 1º Festival de Triathlon Pererê foi adiado indeterminadamente por razões operacionais.
Mais informações podem ser obtidas com a o0rganização pelo site www.3in.org.br
Projeto Pererê – A inclusão de deficientes físicos no esporte
1º Festival de Triathlon Pererê
Recebi nesta tarde um email do amigo Fernando “Aranha” Rocha, triatleta e portador de deficiência física trazendo uma notícia importante. Um festival de esportes em que haverá o lançamento do Projeto Pererê, que promoverá o incentivo à prática de esportes por deficintes físicos.
Abaixo a transcrição do email e alguns detalhes sobre o Projeto Pererê.
Em breve mais informações.
SOBRE O FESTIVAL
13/12/2009 – Das 6h às 14h.
O I Festival de Triathlon 3IN Perere – A Tribuna marca o lançamento do Projeto Pererê que irá tornar possível a prática de esportes de muitos deficientes no Brasil.
Um dia de esporte, confraternização, superação e solidariedade, em uma prova de triathlon que poderá ser feita individualmente ou em revezamento.
Atletas amadores e profissionais, celebridades e entusiastas unidos por uma boa causa. Toda a verba arrecadada com as inscrições será revertida ao Projeto Pererê.
Participe!
SOBRE O PROJETO
O projeto Pererê é uma iniciativa da 3IN, que acredita no envolvimento da pessoa com deficiência no esporte aumentando sua auto-estima, independência e melhora da qualidade de vida.
É com este objetivo que o trabalho é realizado na aquisição de equipamentos tecnológicos e especializados que possibilitam o desenvolvimento dessas pessoas na prática de atividade física profissional ou amadora.
Itens como cadeiras de rodas e próteses de alto custo, são entregues a atletas pré cadastrados no programa e que buscam no esporte realização pessoal e superação.
Através do apoio de patrocinadores, parceiros e doações, o projeto Perere pretende dar continuidade na assistência a estes atletas.
#twittersrunday – O dia em que o mundo correu…
Ok, alguns triatletas devem estar se perguntando, mas que diacho é isso desse título aí de cima??
Vamos para uma breve história…
Quando comecei a utilizar o Twitter, pensei em usá-lo como instrumento para divulgação do site, já era uma ferramenta que crescia no Brasil a olhos vistos e o interesse aumentando cada vez mais. Aqueles que passaram a me seguir no twitter tinham naturalmente um viés de triathlon e corrida, aliás, nada mais natural. E a quantidade de corredores sempre foi infinitamente maior que a de triatletas.
Até que um dia, @correguto (nick do Guto de BH no TT) ao se inscrever para uma prova de corrida, teve a brilhante idéia de incluir no campo “nome da equipe” na ficha de inscrição, o nome Twitter’s Run, já que não participava de nenhuma assessoria esportiva. Nascia a “hash tag” #twittersrun.
Se você está lendo até aqui e não entendeu nada sobre estes termos, recomendo a leitura da matéria sobre o Twitter na Revista Contra Relógio (@contra_relogio) de novembro, escrita pela jornalista Yara Achôa (@yaraachoa), ela mesma uma membro do #twittersrun, que conta inclusive a história completa que eu comecei a narrar aí em cima.
A coisa foi tomando tamanha forma, que um pouco antes de acontecer a prova dos 600k da Nike, alguém teve a idéia de “batermos” essa quilometragem. Nascia o #twittersrunday, diversos corredores do #twittersrun ao redor do mundo (sim, eu disse mundo, estamos espalhados pela superfície deste planeta) correndo e postando suas distâncias percorridas nos dia 14 e 15 de novembro. Nas fotos abaixo, os membros estão vestindo as camisetas criadas especificamente para a data.
E para a Volta da Pampulha teremos mais… Isso aqui meus amigos, é só o começo.
Tri Abs
E o primeiro aniversário chegou…
Aquilo que começou como um sonho maluco chegou ao seu primeiro aniversário neste dia 8 de novembro. Puro clichê, mas parece que foi ontem. A brincadeira tomou corpo, cresceu, chegamos a ser sondados para nos juntar a um outro grande site de triathlon, os fieis leitores nos acompanharam durante este período, comentando, criticando e acima de tudo, nos elogiando.
Muitas alegrias durante este tempo, o reconhecimento dos triatletas que encontrei pelo caminho, que de uma forma ou de outra tiveram contato conosco.
E aqui cabe também meu agradecimento àqueles que tanto ajudaram neste crescimento. Vou citar alguns nominalmente, não poderia deixá-los no anonimato.
Primeiro aquele que mais me incentivou nesta criação, dando palpites, força e não me deixando desanimar, meu amigo e triatleta Vagner Bessa, o primeiro atleta TR3S MEIOS de verdade.
Meu mentor de treinamento, que apesar de estar do outro lado do mundo e não mais me treinar diretamente, deixou plantadas as idéias e a cultura de bem estar pela atividade física, Vinicius Dias Santana, o Vinnie, hoje um coach de respeito na IronGuides.
De lá também um grande colaborador e representante dos caras aqui no Brasil, Rodrigo Tosta, que mensalmente nos brinda com textos excelentes e bastante comentados e elogiados.
Todos
E mais aqueles que sempre elogiaram o site, fazendo desta forma uma onda de entusiasmo crescente que não me deixava desanimar nos momentos mais complicados, minha companheira de treinos Deise Jancar, Vivi, Edson Maisonette, O pequeno grande triatleta Lucas Santana, destaque numa matéria do site, Leonardo Binda(correndonailha.blogspot.com), Xampa (umpacedemagica.blogspot.com), Claudinha, triatleta e super mãe (ironmanumainsanidade.blogspot.com), Teddy (timetraining.blogspot.com), Tuco (tcprojetotriathlon.blogspot.com), o ultra Joka (joka-nasmaosdedeus.blogspot.com), meu atual coach Fernando Bernardi (www.findyourself.com.br) e a lista não acaba!!!
Eu sei que esqueci de alguém, só não sei de quem, ainda. Para estes eu já peço desculpas adiantadamente…
Obrigado a todos vocês, de coração. Vocês tornaram um sonho maluco numa maravilhosa realidade, mais uma vez obrigado…
Tri-Bike: Bonita ou Eficiente – Dicas de Treinamento IronGuides
Antes de postar o artigo deste mês do nosso colaborador Rodrigo Tosta, da IronGuides, vou aproveitar para me desculpar por minha ausência durante este período. Uma grande reviravolta em minha vida pessoal me fez “abandonar” por alguns longos dias as atualizações do site. Fica aqui9 minha promessa: Isto não voltará a acontecer.
E agora chega de embromação, Rodrigo nos brinda este mês com um artigo sobre as Tri-Bikes. Conforto, beleza, performance? O que vale mais?
TRI-BIKE: BONITA OU EFICIENTE?
Todo triatleta gosta de bicicletas. Para a maioria, elas são o equipamento mais charmoso do esporte, carregam consigo algumas características que identificam seus usuários, conferem status e muitas vezes autoconfiança.
Dentro desse contexto, os fabricantes lançam, todo ano, bicicletas mais leves, rígidas, aerodinâmicas e com designes cada vez mais futuristas. É comum olharmos os catálogos ou revistas especializadas e ficarmos literalmente vidrados com os modelos expostos.
Conceitualmente, quanto mais “agressiva”, mais aerodinâmica e mais atraente é a bike. Olhando as bicicletas dos atletas profissionais, observamos normalmente, que estas têm um desnível considerável entre o selim e o guidão. Mas será que esses conceitos são aplicados a todos os atletas?
Devemos tomar como base o princípio da individualidade biológica, que diz que cada ser humano é único e essa singularidade deve ser respeitada. Outro ponto a ser observado é que os profissionais, são atletas geneticamente privilegiados, além de terem uma enorme “bagagem” de anos praticando o esporte e na grande maioria das vezes um tempo disponível para treinamento bem superior ao dos atletas amadores, o que lhes dá uma condição diferenciada para suportar determinadas imposições feitas na busca dos melhores resultados.
Atletas amadores de provas curtas podem até se dar o luxo de não se preocupar tanto com conforto, mas atletas que pensam em participar de competições de Ironman e/ou de 70.3 não podem abrir mão desse quesito ou estarão fadados a pagar um alto preço na etapa de corrida e consequentemente no seu tempo final de prova.
A posição aerodinâmica nada tem a ver com o quanto seu guidão está baixo em relação ao selim (desnível). Tem sim, relação com o quão forte você consegue pedalar naquela posição, por quanto tempo e em que condições sairá para correr depois. A melhor posição aerodinâmica é aquela que você consegue sustentar quando está cansado! De nada adianta estar muito agressivo se você a toda momento muda de posição para relaxar o pescoço ou as costas, fazendo com que o arrasto aerodinâmico aumente.
Portanto, mesmo que sua bike não fique tão “bonita” pendurada na área de transição, pense que ela será mais eficiente e te levará em melhores condições a cruzar a linha de chegada!!!
Rodrigo Tosta, Coach – Rio de Janeiro, Brasil

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Treinar para comer ou comer para treinar? – Dicas de Treinamento IronGuides
Este mês o coach Rodrigo Tosta, representante no Brasil da equipe IronGuides, nos apresenta um artigo diferente, mas totalmente dentro da filosofia de treinamento IronGuides. A alimentação…
TREINAR PARA COMER OU COMER PARA TREINAR?
A resposta à essa questão está muito relacionada ao objetivo e às expectativas que o atleta tem no esporte.
Se o atleta usa o esporte apenas como um estilo de vida e não tem grandes ambições além de se manter ativo e saudável, provavelmente a resposta será treinar para comer! Pois esse tipo de atleta não abre mão dos chamados “prazeres da vida” e sabe que, mesmo não se preocupando tanto com sua alimentação, a carga de treinamento exigida para se completar uma prova de triathlon, mesmo que seja uma prova curta, conseguirá se manter em forma e controlar suas taxas sanguíneas como triglicerídeos, colesterol entre tantos outros males causados pelo sedentarismo.
Agora, se o atleta tem como objetivo a melhora de suas marcas pessoais, pódio na categoria ou classificação para os mundiais, aí ele não terá escolha: precisará responder comer para treinar! Isso porque a nutrição tem fundamental relevância no rendimento do atleta, visto que é a principal fonte de energia para a realização das atividades esportivas e também para a recuperação pós-exercício. Para esses atletas, a alimentação faz parte do treinamento, pois é preciso ingerir alimentos saudáveis e que contenham os nutrientes necessários e certos para cada hora do dia. Para escolher melhor os alimentos, precisamos conhecer um pouco sobre seus índices glicêmicos (velocidade de absorção dos carboidratos) que podem ser altos (rápida absorção – pão, massas, batata, banana…), médios (absorção moderada – maçã, damasco…) ou baixos (absorção lenta – pão e massas integrais, inhame, abacaxi…). Além de suas propriedades, que podem ser antiinflamatórias (leite de soja e farinha de linhaça…), energéticas (café, chá verde…), regenerativa (whey protein, albumina…) e ainda anti-oxidantes (frutas cítricas, hortaliças e alguns legumes). A combinação correta entre esses alimentos, seus índices glicêmicos e suas propriedades é a chave para maximizar os efeitos do treinamento e atingir uma performance superior.
Imagine abastecer seu carro com aquela “gasolina batizada”? Com certeza, o rendimento do motor não seria o mesmo, não é? O corpo humano funciona da mesma maneira: com alimentos de baixa qualidade, altos níveis de gorduras e açúcares e carência de nutrientes, vitaminas e sais minerais, seu desempenho dificilmente será potencializado e mesmo com muito empenho nos treinos, a recuperação estará sempre prejudicada devido a esses maus hábitos alimentares.
Portanto, se você quer o melhor rendimento possível para o seu “motor”, não utilize combustível adulterado!
Rodrigo Tosta, Coach – Rio de Janeiro, Brasil

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XTerra Base84 – 3ª etapa
Está se aproximando a data da 3ª e última etapa do XTerra Base84 em Itu – SP.
No dia 31 de outubro os amantes das provas off road terão mais uma oportunidade de por a bike e os tênis na terra. Realizado próximo à cidade de Itu, no interior de São Paulo, contará com 750 metros de natação em lago, 20 Km de trilhas de montain bike e fechando com uma corrida de 9 Km entre trilhas, single tracks e estradas de terra.
Nesta etapa uma novidade… Além da prova de triathlon e da trail run, a etapa contará com o MTB Night Challenge, uma prova noturna de MTB em noite de lua cheia. O colaborador da prova é ninguém menos que Marcio Ravelli, logo poderemos esperar grandes desafios. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site da Ativo (www.ativo.com) até o dia 21 de outubro.
Noite de Autógrafos – Dean Karnazes
Tenho que começar este post com um pequeno alerta, ele não tem quase nada de uma reportagem, tem mais uma cara de homenagem e demonstração de respeito e admiração.
Neste dia 15 de Setembro, na loja The North Face do Shopping Morumbi, Dean Karnazes autografou exemplares de seu novo livro, 50 Maratonas em 50 Dias, além de exemplares do primeiro livro, camisetas, DVD’s e tudo mais que aparecesse pela frente. Para fechar com chave de ouro esta série de eventos, Dean Karnazes mais uma vez esbanjou simpatia e sorrisos. É inacreditável mas para o cara não tem tempo ruim. Novamente encontrei grandes pessoas, revi os amigos que fiz neste final de semana, amigos que com certeza vão me acompanhar pelas corridas ao longo da vida. A fila era grande mas a atenção que ele dava fazia com que as pessoas que estiveram por lá se sentissem especiais. E meu aniversário, que foi neste dia, não podia ter sido melhor, um grande presente. Minha filha ao meu lado completou a alegria.
As fotos mostram o clima de festa que reinou por lá.
Dean, vá com a certeza que sua missão foi cumprida. Vá feliz, ajudar mais pessoas pelo mundo afora. Saiba que sua marca ficou por aqui.
Pouco papo e muita imagem
Finalmente, demorou mas aqui estão. Fotos da largada do Dean Karnazes na Frutaria São Paulo no sábado dia 12 de setembro. Divirtam-se